Espectro para o 5G

Este fórum interativo de um dia examinará os requistiro por trás das exigências de espectro para 5G nas diferentes faixas de freqüência que serão necessárias para atender à estas várias tecnologias.
Leia Mais

Las Violetas de Bronka

"(...) A proposta de fazer um programa com mulheres foi bem acolhida pelas pessoas da Rádio, em geral lhes pareceu interessante(...)". Leia esta entrevista com a Domi...
Leia Mais

Provedor Comunitário

Como Montar e Regularizar um Provedor Comunitário. A ONG ARTIGO 19 reuniu presencialmente vários especialistas para discutir os temas que seriam abordados neste estudo...
Leia Mais

Casos em outros países

Community Networks: Regulatory issues and gaps – Experiences from India

Author: Ritu Srivastava (Digital Empowerment Foundation, DEF India). Editors: Konstantinos Komaitis (ISOC), Jane Coffin (ISOC), Mike Jensen (APC) and Michael Oghia (ISOC). Reviewer: Osama Manzar (DEF India). Published in December, 2017. Describes DEF's Wireless for Communities (W4C) network project strategy for improving the availability of affordable broadband as a case study in understanding the legal and regulatory challenges of spectrum allocation and management, licensing regulation, and bandwidth issues in India.

Internet Society - Understanding Community Networks in Africa

There is widespread recognition of the opportunities and potential benefits of expanding access to the Internet, as recognized by the Sustainable Development Goal (SDG) targets. Yet, around four billion people still lack access to it. Community networks, communications infrastructure deployed and operated by citizens to meet their own communication needs, are being increasingly proposed as a solution to connect the unconnected. However, in Africa, where the proportion of unconnected is among the highest globally, little is known about the role community networks are playing.

Altermundi

Nós prendemos o eixo orientador do nosso trabalho à necessidade de promover a materialização de um paradigma baseado na liberdade construído a partir da colaboração entre pares. Nossas áreas de trabalho: Tecnologia Apropriada, redes comunitárias, cultura livre, terras comuns de software livre, economia social, treinamento de mídia da comunidade.

Rhizomatica

Rhizomatica começou em 2009 como uma busca para tornar possível a infra-estrutura de telecomunicações alternativa para pessoas e comunidades em todo o mundo que estão submetidos à regimes opressivos, ameaças de desastres naturais ou à realidade de viver em um lugar considerado muito pobre ou isolado para que as grandes teleoperadoras forneçam cobertura.

Subscrever RSS - Casos em outros países